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By: Mariana Ribeiro

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Monday, 19-Jun-2006 17:24 Email | Share | | Bookmark
Itália

Os alpes não cabem na janela do avião
Ju e eu, lá em cima do Duomo, em Milão
Pausa para descanso
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Sunday, 11-Jun-2006 11:21 Email | Share | | Bookmark
London, London...

No avião dos anos 70
Dia lindo no Hyde Park
No Science Museum
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Monday, 29-May-2006 23:36 Email | Share | | Bookmark
Berlin!

No trem de Bonn para Berlin - livro, apfelchorle, focus e mp3.
Casa das Culturas do Mundo
Coletiva
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Não. Eu pouparei vocês e não farei a citação daquele clássico da música mundial, na voz do Supla, que fala de meninas de Berlim. Mas fica aqui este comentário para que a canção fique no pano-de-fundo do post. A gente sempre merece uma trilha sonora à altura, concordam? E, bem, com o Supla ninguém pode.

Fui a Berlim, assim, de supetão, como quem toma um susto. Terça-feira à tarde, recebo em minha caixa de entrada uma mensagem confirmando a entrevista que havia solicitado com o senhor ministro da cultura do Brasil - Gil para os mais íntimos. Nem preciso dizer que só não pulei pelos corredores da Deutsche Welle porque a minha chefe me ameaçou de demissão... hehehehe...

Todos sabem que o meu relacionamento com Gil vem de longa data. Ele sempre me ligava para pedir conselhos para o ministério, eu mandava beijos para ele por intermédio de Preta, ele me mandava uns e-mails de vez em quando pedindo opinião sobre uma ou outra música nova. A viagem para a Alemanha tinha nos afastado um pouco e fiquei felicíssima quando soube que poderia ver meu grande amigo Gil em terras germânicas.

Neste momento, acontece na Alemanha a Copa da Cultura, um evento que visa a promover a produção cultural contemporânea do Brasil por aqui. Eu sei que a imprensa brasileira tem noticiado - eu esbarrei com uma porção de jornalistas na coletiva de abertura - e vou poupá-los de escutar tudo de novo. O Gil veio para cá para abrir a Copa da Cultura e fazer um show no dia seguinte.

Pela primeira vez, participei de uma coletiva! Foi um daqueles momentos em que a pessoa pensa: "Ah... Era mesmo por isso que eu tinha escolhido essa profissão!". Coisa boa de se sentir, principalmente se você tem o privilégio de estudar na Escola de Comunicação. (Eu ando muito desiludida, desculpem. Que os ecoínos não levem isso como uma ofensa pessoal...)

Resumidamente, porque eu acabei de chegar, são quase duas da manhã e eu estou morta de cansaço, vou montar um esqueminha de como foi a viagem aqui, só para vocês se localizarem na seqüência das fotos e porque eu sou - não adianta - uma pessoa muito explicadinha e organizada.

24.05 - acordei bem cedinho e peguei o ICE de Bonn para Berlim. Cheguei por volta da uma da tarde, deixei a mala no albergue e fui para a Casa das Culturas do Mundo, onde aconteceu a coletiva. Depois de feitas as devidas apresentações e os devidos discursos, Gil foi coberto por uma massa de jornalistas armados com câmeras e microfones. Como eu tinha um conchavo muito bom - o Sérgio Sá Leitão, que alcancei por intermédio da Helô -, o espaço se abriu para mim e eu pude fazer as minhas perguntas sem que os outros jornalistas me interrompessem. Vocês podem imaginar o quanto eles me odiaram neste momento. Foi a primeira vez que eu senti a fúria das pessoas saindo pelos olhos, mais ou menos como "journalists with lasers". Conheci a Renate Krieger, que, apesar do nome mais do que alemão, é brasileira e mora em Paris. É jornalista e A CARA da Carlinha. Uma fofa, veio falar comigo porque conhecia um menino que já estagiou na Deutsche Welle. Trocamos telefones e prometemos nos ligar para irmos juntas ao show do Gil no dia seguinte. Liguei para a DW e passei a notícia por telefone. Eles fizeram a chamada pra entrevista que entraria no ar no dia seguinte.

25.05 - Acordei no albergue e fui pra DW de Berlin. Escrevi o artigo com a entrevista. Liguei pra Renate. A gente se encontrou na Casa das Culturas. Depois de muito sufoco, conseguimos nossos ingressos. O show foi divertidíssimo, pulamos, gritamos, cantamos... Tinha muito brasileiro por lá. Eu diria que tinha brasileiro demais, mas eu não quero ser antipática ou renegar a raça. A verdade é que nós (olha eu aí me incluindo) somos um tipinho muito fácil de se reconhecer. Quem já esteve no exterior entende melhor o que eu estou dizendo... Depois do show, fomos beber uma caipirinha muito gostosa e ficamos conversando sobre as coisas da vida e sobre como ela é a Carlinha e ainda por cima mora na França.

26.06 - Arrumei a mala e fiz o check-out no albergue. Fui para a Deutsche Welle. O Bartek chegou e me ligou. À noite, fomos com o Sebastian e com a Karo assistir à abertura do Lehrter Bahnhof, a maior estação de trem da Europa, com direito a shows e queima de fogos.

27.06 - A gente acordou tarde para caramba. Fomos ao Red Bull Air Show, no aeroporto de Alt-Tegel. Os meninos adoraram, mas, basicamente, eram alguns aviões fazendo acrobacias. Eu não me espanto muito com essas coisas, não achei lá o melhor programa da década. Eles também não, para falar a verdade. Anyway, depois nós fomos passear por Berlim, porque o Bartek nunca havia estado lá. Um pouquinho de tudo em doses super rápidas.

28.06 - Para variar, a gente acordou tarde. Mas a culpa foi do Sebastian, que ficou insistindo pra gente jogar detetive até três horas da manhã. Fomos ao Deutsche Technikmuseum, onde a gente podia experimentar todas as coisas. Foi muito legal. Eu adoro museus assim. As fotos vão mostrar um pouco do que a gente viu por lá. Depois a gente foi ao cinema e vimos Missão Impossível 3, que é bem Missão Impossível 3. Próxima parada: Hard Rock Cafe para tomar uma cerveja muito, muito gostosa.

29.06 - Arrumei a mala e fomos para o Reichstag, o prédio do parlamento alemão. O programa é bem de turista, mas foi bastante legal. De lá, pode-se contemplar toda a cidade. Pena que começou a chover e não deu mais para tirar fotos. Depois fomos para o Kudam, que é o centro comercial, porque os meninos queriam fazer umas comprinhas. Lá pelas 18:30, eu me despedi pra pegar o trem que me levaria até o aeroporto - eles vão voltar de Berlin só amanhã e para Maastrich, que fica mais perto de Aachen do que Bonn. O avião atrasou e saiu decolou só às 22h. Em Bonn, precisei esperar 25 minutos pelo ônibus até a estação central e lá mais 15 pelo ônibus até em casa. São exatamente duas horas da manhã agora e eu estou um caquinho.

Eu queria postar as fotos logo para mostrar para vocês.

Estou morrendo de saudades...

Beijocas


Thursday, 11-May-2006 22:57 Email | Share | | Bookmark
Happy Hour, Feijoada e Rhein in Flammen

Happy Hour e Koelsch na sexta-feira!
Museu do jornal em Aachen. Esses alemães são muito interessados!
Para quem nunca viu um clichê...
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As fotos da semana passada demoraram a chegar porque eu esqueci a câmera no bolso do casaco do Bartek! Anyway, aí vão as fotos da sexta-feira, num Happy Hour às margens do Reno com os meus "colegas de trabalho" (olha como eu sou chique!), Gabriel e Alexandre. Depois de três cervejas e mais torta do que a Torre de Pisa, é mesmo de se espantar que eu tenha conseguido pegar todos os trens direitinho até Aachen, para acordar no sábado de manhã para um passeio cultural - fomos ao museu do jornal da cidade, com uns amigos. Depois, direto para Colônia, saboreamos uma feijoada deliciosa. O coro brasileiro deu uma canjinha, mas ficou só o gostinho da terra mesmo... Acho que não há brasileiro que não sinta falta de feijão depois de um tempo e o pessoal aprovou! Eu fiquei morrendo de medo de o Martin e a Barbara não gostarem, mas eles adoraram! O Bartek repetiu duas vezes e depois mal conseguia andar! hehehehe...
Pegamos o trem lotado para Bonn depois do almoço, onde fomos ver o "Rhein in Flammen", Reno em flamas, em português. A festa acontece anualmente em várias cidades às margens do rio e é linda. Montaram um parque de diversões atrás de onde fica a Deutsche Welle e a queima de fogos, a mais bonita que eu já vi, durou meia hora! Tudo bem, os ufanistas dirão que eu nunca fui à Copacabana, mas eu tenho lá minhas preferências muito bem definidas!
A cidade ficou lotada, os carros não conseguiam se movimentar, tal era o trânsito. Ainda bem que nós pegamos um metrô até a minha casa em vez de ir até a estação central para pegar o ônibus. A Tanja, que mora comigo, resolveu fazer isso e demorou QUATRO horas para chegar em casa.
Bem, esse final de semana também promete ser muito legal! O Bartek já vem pra cá amanhã à noite, no sábado, a Agnes e o Arek vão visitar a gente. Ainda não temos nada programado, mas se o tempo tiver bom, a gente deve ir fazer um piquenique no Rheinaue! Vou ficar torcendo pra esse sol não ir embora.

É isso, galera.

Desculpem a falta de criatividade, mas eu estou puta dentro das calças porque não consigo instalar a webcam que comprei no eBay! Estou quase mandando de volta para Hong Kong, de onde veio. Isso se eles aceitarem um aparelho pisado e mordido, tal é a minha revolta! AHHHHH!!!

Tô mais calma. Já passa da uma. Vou dormir!

Saudadinhas...

Beijocas!


Monday, 1-May-2006 21:05 Email | Share | | Bookmark
Hamburg!

Eu comi UNAAAAGI! UNAAAAGI!
Barbara e Martin no restaurante japonês, em Aachen.
Na ida para Hamburg, de carona.
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Então, nós aproveitamos o final de semana prolongado por causa do feriado para visitar a Verena e comemorar o aniversário dela em Hamburg! A cidade é linda, linda... Fizemos um daqueles passeios bem "sou turista", num ônibus de dois andares à London e pudemos ver um pouquinho do que é imperdível. Depois, fomos aproveitar o happy hour para tomar uns drinques em um dos bares mais famosos da Alemanha, freqüentado por celebridades hollywoodianas e brasileiras baixinhas de óculos vermelhos. À noite, fomos ao Kiez. Não tem como descrever o que é esse lugar, de verdade. É uma espécie de Lapa alemã limpa, mas piorada. São dezenas de bordéis e discotecas intercalados nas calçadas, centenas de pessoas entrando e saindo (não podia ser mais peculiar) de todos os lugares. Há inclusive uma rua em que as mulheres ficam expostas na vitrine para serem devidamente "consumidas" por quem estiver disposto a pagar 50 euros. Mulheres não podem entrar nesta rua. Melhor dizendo, não há nenhum impedimento físico, mas passar por lá rende balde de água fria na cabeça e balde de coisas menos limpas do que água fria. Eu não me arrisquei, obviamente, mas o Bartek foi para fazer as vezes de espião. Ele disse que as mulheres ficam fazendo sinais da vitrine, chamando os clientes e que, quando você recusa, elas se tornam bastante mal-educadas. Na saída da rua (há uma espécie de "muro" para impedir que menores entrem), ele foi abordado por duas alemãs NA MINHA FRENTE. Eu fiquei completamente sem saber o que fazer, pensei em usar as minhas habilidades capoeirísticas, mas não foi necessário. Ainda bem... Vocês sabem que eu não gosto de covardia! hehehehe...

Estou exausta, por isso o post sem criatividade. Depois de passar quatro horas sentada no carro, mais meia hora no trem e mais vinte minutos no ônibus, só muita saudade mesmo para me fazer ligar o computador e postar as fotos.

Muitos beijinhos...


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